A ética perfeita é inerente ao caráter de Deus
A ética perfeita é inerente ao caráter de Deus. Ele
não precisa nem depende de regras, pois é a fonte da ética. Os vários nomes de
Deus, expressos na Bíblia, revelam que o Altíssimo é perfeito em santidade por
si mesmo. As qualidades morais que revelam o caráter de Deus, tais como
justiça, retidão, perfeição, santidade, misericórdia e amor. Sua justiça é
atributo moral que revela seu perfeito julgamento. A Igreja de Cristo apregoa a
justiça, segundo a justiça de Deus que se manifestou em Cristo, o qual cumpriu
toda a justiça (Rm 1.17). Por isso, Cristo se tornou da parte de Deus
sabedoria, justiça, santificação e redenção (1º Co 1.30). A misericórdia de
Deus é expressão da sua justiça (Êx 34.6-7; Sl 145.8). Finalmente, aludimos ao
infinito e eterno amor de Deus revelado a obra-prima da Sua criação, ao homem
(Jr 31.3; 1ª Co 13.7).
Nenhum sistema ético do mundo, mesmo o mais depurado,
assemelha-se ao sistema que Jesus implantou, pois se trata da ética como
elemento do Reino dos céus.
A igreja de Cristo na terra deve expressar, no seu
comportamento, a ética que Cristo viveu e ensinou em relação a vida particular.
1.II. COSTUME
[....] A palavra costume deriva do latim com
(totalmente) e suescere (acostumar-se com), ou seja, algo com o que alguém fica
acostumado. “Na Pequena Enciclopédia Bíblia, Orlando Boyer define costume como
“uso, prática geralmente observada” (p.169). As palavras gregas usada para
costume são ethos (Lc 2.42 e Hb 10.25 e synetheia (Jo 18.19; 1ª Co 8.7; 11.16).
A primeira, de onde vem a palavra “ética”, significa costume de lei, uso (Lc
1.9).
Não é biblicamente correto usar doutrina e costume
como se fosse a mesma coisa. O costume é “prática habitual; uma lei oral, modo
de proceder, comportamento trajes e regras. Jurisprudência baseada em uso; modo
vulgar; particularidade; moda; traje característico. Procedimento; modo de
viver.
Os costumes, vistos pela ótica cristã, são linhas
recomendáveis de comportamento. Estão ligados ao bom testemunho do crente
perante o mundo. Estão colocados no contexto temporal, não estão comprometidos
diretamente com a salvação.
Os costumes em si são sociais, humanos, regionais e
temporais, porque ocorrem na esfera humana, sendo inúmeros deles gerados e
influenciados pelas etnias, etariedade, tradições, crendices, individualismos,
humanismos, estrangeirismos e ignorância [Obreiro - ano 22, nº 11, p. 55].
[...] As pessoas agem de determinada forma, não por
ter fundamento bíblico, ou porque foi ensinada a fazer, ou por ser a única
maneira de fazê-la, mas porque viu alguém fazer, ou se acostumou assim
“Este povo honra-me com os lábios; o seu coração,
porém, está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são
preceitos de homem” (Mateus 15.8-9).
[...] Nessa passagem, Jesus nos alerta do perigo que
corremos ao valorizar os costumes. Anulamos a benção de Deus ao rotularmos os
sinais divinos de acordo com nossos costumes. Foi o que aconteceu com os
fariseus: eles, como algumas igrejas do Brasil, limitavam o poder de Deus aos
seus costumes
Muitas pessoas dão mais importância ao costume do que
a própria doutrina bíblica. Nesse caso elas não se desenvolveram
intelectualmente, (ainda são imaturos na Palavra de Deus), não procuram se
aperfeiçoar – estão estagnados.
É óbvio que o padrão moral da igreja deve ser
diferente do mundo, porque a igreja é um “povo seu especial”, “puro”,
“imaculado”, (Tt 2.14). A igreja deve ter um padrão, mas sem esquisitice. O
povo de Deus deve ser diferente do mundo, no sentido espiritual e moral. A
Bíblia não fixa o tipo minucioso da moda e porte da igreja, mas trata e fixa os
princípios, os limites bíblicos para quem gosta de agradar a Deus nesse assunto
(1ª Tm 2.9-10).
O ministro é o porta vós de Deus para ensinar a verdadeira
doutrina e deve saber que o novo nascimento é uma mudança de opinião e de
coração produzido pelo Espírito e pela Palavra. A santificação é uma separação
do pecado tendo uma vida exclusiva para Deus e os costumes são hábitos do ser
humano na vida cotidiana.
Costume é a forma de expressão do porte, postura e
comportamento social, religioso e moral do cristão confirmando ou comprometendo
a doutrina bíblica e a ética cristã.
O comportamento dos homens é, sobretudo, feito de
hábitos e sempre foi difícil modificar aquilo que acaba por ser confortável,
mesmo que esse conforto crie às vezes erros funestos.
[...] As doutrinas da Bíblia são divinas, imutáveis e
universais. Os costumes, em si mesmos, são sociais, humanos, regionais e
temporais. A doutrina dá origem aos bons e santos costumes, hábitos e práticas.
Porém, eles também podem ser em grande parte gerados, influenciados e mantidos
pelas etnias, tradições, culturas, crendices populares, individualismos
excentricidades, estrangeirismos, ignorâncias, fanatismos e carnalidade do
cristão (segundo este termo do Novo Testamento 2ª Co 3.1-3)
1.1. As más atitudes corrompem os bons costumes.
“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns não têm conhecimento de Deus; digo para vergonha vossa” (1ª Co 15.33-34).
“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns não têm conhecimento de Deus; digo para vergonha vossa” (1ª Co 15.33-34).
No contexto deste versículo, Paulo combate certos
irmãos que estavam no convívio da igreja, mas viviam na prática do pecado e não
tinham o conhecimento de Deus. Os tais estavam ligados com o mundo conforme ele
relata. As más conversações, as más atitudes, as más conversas corrompem os
bons costumes. O apóstolo está falando dos costumes morais, pois se trata do
caráter e da santidade do cristão.
Paulo deseja ensinar que na medida em que estamos
detendo-nos no caminho de nossa vida com aqueles que não possuem o conhecimento
das verdades de Deus, gradativamente vamos flexionando nossos padrões, condutas
e posições acerca de tudo o que temos aprendido de Deus. Andar com os que não
possuem a mente de Cristo é perigo alertado desde o Velho Testamento quando o
livro dos Salmos:
“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos
ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos
escarnecedores” (Sl 1.1).
Seremos bem aventurados ou felizes se não pararmos nas
rodas suspeitas e que não obedecem a Deus. Mais do que nunca, precisamos que os
crentes em Jesus Cristo estejam alerta sobre as “más conversações” que tem como
objetivo fundamental destruir os bons costumes. Palavras de desapreço ao irmão,
insinuações maldosas, críticas aos trabalhos da igreja, sugestões de flexionar
os padrões cristãos e claramente ensinados na Bíblia, convites a deixar o culto
para estar em casa.
Nunca devemos idealizar o ambiente cristão conforme
nossos padrões, falhos, limitados e tendenciosos. Precisamos sim, amoldar nossa
vida ao que Cristo quer fazer em nossa vida e em nosso meio. Para tanto,
precisamos trabalhar com a Bíblia na mão para que nossa vida seja instrumento
da construção de um ambiente coerente e desejado por Deus.
Muitos pregadores em suas homilias usam este versículo
para falar sobre usos e costumes, num sentido negativo em vez de usarem a
interpretação correta. Precisamos entender o que realmente o autor quer dizer
sobre bons costumes.
Bons costumes são tudo aquilo que é bom e não fere o
caráter espiritual e moral. Os costumes podem ser divididos em: sociais, morais
e religiosos.
Por exemplo: o homem que convive na prática do pecado
tem um mau costume. Tem uma vida dissoluta e impura; ele mente, mata, rouba,
prostitui-se, adultera, fala mal dos outros, não paga suas contas, é mau
caráter, vive na prática da idolatria, feitiçaria, corrupção, destrói seu corpo
com bebidas, drogas, fumo, sexo, etc..., mas quando ele se converte a Deus, há
uma mudança de vida, de mente, uma regeneração, ou seja, uma mudança de
costumes e hábitos. Antes de conhecer Deus ele estava na prática do pecado, mas
ao aceitar Cristo como seu Salvador, houve uma mudança de vida e de hábitos.
[...] Há igrejas que têm um grande número de costumes
(e às vezes maus costumes), mas pouca doutrina bíblica. A simples observação de
usos e costumes na igreja, de modo legalista, sem o lastro e prática da
doutrina bíblica, leva o crente ao farisaísmo, ao legalismo da salvação pelas
obras; ao fanatismo e a falsa santidade”
Por outro lado, o conhecimento e o ensino da doutrina
bíblica na igreja, sem a sua prática através da vida santa do crente, do seu
testemunho cristão, dos bons costumes, da conduta irrepreensível e da
honestidade, é inoperante, é infrutífera, é contraditória, é um tropeço perante
o mundo.
A Doutrina Bíblica leva-o a praticar bons costumes,
agora ele ora, canta louvores, lê a Bíblia diariamente e bons livros, é fiel a
Deus, vem à Casa de Senhor, dá bom testemunho, tem um padrão moral
irrepreensível e honesto. Agora demonstra misericórdia, amor ao próximo, é
generoso, benigno, faz a obra do Senhor e vive em paz com todos. Estes
atributos é o que chamamos de bons costumes.
“Temo, pois, que, indo ter convosco, não vos encontre
na forma em que vos quero, e que também vós me acheis diferente do que
esperáveis, e que haja entre vós contendas, invejas, iras, porfias, detrações,
intrigas, orgulho e tumultos” (2ª Co 12.20).
Lendo a lista acima, nem parece tratar-se de uma
igreja com tantos dons. Contudo, isto significa que a espiritualidade de uma
igreja não pode ser avaliada pela qualidade de dons, mas pelo seu caráter e
amor a Deus e ao próximo. Tais pecados estavam corrompendo os bons costumes,
anulando a ética cristã e promovendo dissensões e divisões entre os santos.
1.2. Modernidade é realmente pecado?
Alguns classificam o pecado de forma errada e até pensam que a modernidade é pecado e até mesmo nos usos e costumes.
Alguns classificam o pecado de forma errada e até pensam que a modernidade é pecado e até mesmo nos usos e costumes.
A história geral de nosso mundo está dividida em:
História Antiga, Medieval, Contemporânea, Moderna, e Pós-Moderna. Em cada época
os homens tinham seus usos e costumes próprios. Com a evolução dos tempos
chegamos à história moderna.
A Era Moderna, por exemplo, teve como característica o
avanço do conhecimento humano, o advento da industrialização, a predominância
da luta ideológica, a expansão da fé cristã ao redor do mundo, a proliferação
das seitas e a aceitação das religiões orientais pelo ocidente.
A Era Pós-Moderna trata da atualidade, dos homens de
hoje. Modernizar é tornar atual, acomodar os usos modernos. A modernização pode
ser na área social e tecnológica. Tecnologia trata da área da ciência, arte,
indústria, aeronáutica etc. Social é o modo de viver em sociedade. Com as novas
tecnologias o homem vem se desenvolvendo e acompanhando as invenções humanas. O
profeta Daniel prediz que nos últimos dias a ciência se multiplicaria (Dn
12.4).
Com o passar dos tempos; os cristãos e não cristãos
tornaram-se modernos nas áreas: social, engenharia, saúde, energia,
agricultura, genética, etc.
Nos tempos de Jesus e dos apóstolos os homens usavam
vestidos, ceroulas, turbantes, véus, calções etc. Hoje com o aperfeiçoamento
tecnológico as roupas foram sendo produzidas de acordo com o clima de cada
lugar. Ex: É impossível no Pólo Norte, que tem frio intenso, usar crepe ou
outros tecidos finos, com certeza morreria de frio, assim como nós brasileiros,
que temos clima tropical, usarmos peles ou lãs o ano inteiro, além de
inconveniente, ficaríamos doentes. Para o cristão tudo isto é bom e agradável e
aprovado pelo Criador, pois é ele que dá a sabedoria para todos os seres
humanos.
Usar computador, internet, carro, roupas de acordo com
a estação é bom e não desagradam a Deus. A modernização tem ajudado nossos
pregadores a propagar o evangelho ao mundo inteiro através dos meios de
comunicação como rádio, jornal, televisão computador e internet, etc.
Agora chamamos atenção para alguns ministros que
ensinam suas igrejas dizendo que o cristão não deve ser moderno, mas deve ser
quadrado porque o céu é quadrado. Ora, se nós crentes da atualidade não podemos
ser modernos então não podemos andar com os melhores carros e camionetas
modernas e do ano, e as melhores roupas. E aqueles pastores que pregam pelo
Brasil e até fora dele devem andar de ônibus e de navio e não de avião! Se não
podemos ser modernos, então não podemos ter computadores em nossas igrejas,
devemos voltar ao tempo antigo e usar as máquinas de datilografia. Mas, não é
isso que acontece, todos querem estar bem e tudo isso é bom e agradável. Jesus
foi moderno na sua época andou com o melhor veículo: uma jumenta que ainda não
tinha sido montada. Agora usar certas frases dizendo que o crente não pode ser
moderno para levar a Igreja de Cristo para o farisaísmo é perigoso demais. Pois
os fariseus não irão poder entrar no céu, porque lá tudo é moderno e luxuoso.
As ruas são de ouro, os muros de cristais e de jaspe e a riqueza que existe lá
são incalculáveis. Como um fariseu quadrado e radical poderá entrar lá?
Podemos ver que os hábitos e costumes mudaram com o
passar dos tempos, acompanhando a modernidade sem sequer desagradar a Deus. A
modernidade não afeta a santidade de um cristão. Pecado como já vimos é ferir a
santidade de Deus. O que feriu a santidade divina na idade antiga e o que fere
hoje não é a modernização, mas o pecado e suas concupiscências. Os desejos
carnais como: imoralidades, sensualidades, luxúrias e avareza, transgridem a
lei moral instituída por Deus (1ª Jo 2.16; Gl 5.19-21).
Para muitos, o pecado é a desobediência das tradições
e costumes adotados pelas denominações (as regras que podem e que não podem ser
feitas ou usadas).
O que levou Eva a pecar no Jardim do Éden, foi “a
concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida”. A
Bíblia diz que: “Vendo a mulher que a árvore era boa para comer, agradável aos
olhos e desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto, comeu e deu também
ao seu marido” (Gn 23.6).
E no palácio do rei Davi o que fez com que o rei
pecasse? A concupiscência dos olhos, a ociosidade e a concupiscência da carne
(2º Samuel 11.1-5).
Quando uma pessoa está na ociosidade, que também é
pecado, e deixa que os outros façam suas obrigações, passando o seu tempo a
dormir e passear começa ver coisas que não devem ser vistas, a cobiçar coisas
proibidas, conforme a determinação de Deus em Êxodo 20.17.
Davi era o rei da nação de Israel, já era casado, o
seu exercito estava em guerra, mas ele estava dormindo e quando acordou muito
despreocupado com sua responsabilidade e saiu até a sacada olhando para uma
mulher casada e fez com que ela viesse à sua presença e deitou-se com ela,
cometeu adultério.
O que levou Lúcifer a pecar contra Deus? Estava no
paraíso, numa terra coberta de ouro e pedras preciosas e era o ser mais
perfeito em sabedoria! Afirmo que foi a soberba (Ez 28.119; Is 14.11-15).
O pecado de Adão e Eva, o rei Davi e do próprio
Lúcifer, e muitos outros que a Bíblia relata, não são de usos e costumes, mas
da concupiscência da carne, da concupiscência dos olhos e da soberba da vida
(1ª Jo 2.16). A Bíblia nunca tratou de pecado os usos e costumes. Nem Jesus e
nem os apóstolos. Mas, de onde vem este monte de proibições? Dos falsos
pregadores que torcem as Escrituras para sua própria condenação.
Quando não entendemos as coisas espirituais é porque
ainda somos meninos. E isto aconteceu com a igreja de Corinto, quando Paulo
escreve no capítulo três dizendo:
“Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a
espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. leite vos dei a
beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem
ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, havendo entre vós
ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? (1ª
Co 3.1-3).
Carnais (gr sakinois). “Humanos” – crianças na fé,
imaturos e não tinham estrutura espiritual suficiente para entenderem os
mistérios de Deus.
As igrejas tradicionais seguem uma cultura tradicional
transmitida pela autoridade dos anciãos. O costume é a base da autoridade. São
igrejas estagnadas e não há, entre os primitivos, um conceito de progresso.
Isto não quer dizer que nada muda, porém o ritmo da mudança é lento. Resumindo,
eles vivem em sociedades tradicionais caracterizadas pelo isolamento e pelo
forte controle grupal.
III. USOS
O costume é o habito de cada ser humano, podendo ser
mau ou bom. Devemos ter o bom senso e o discernimento para entender o agradável
e o desagradável. O costume é aquilo que usamos habitualmente; fazer uso de
alguma coisa; portar-se; ter costume; trajar; vestir-se. O costume também pode
ser bom ou ruim dependendo do modo que nos vestimos. Porém muitos “evangélicos”
fazem dos usos e costumes, regras para meio de salvação adulterando o evangelho
de Cristo. Bem como nos dias de Jesus os fariseus usavam das suas tradições
para purificação, certos evangélicos hoje usam de seus costumes para a
santificação e meio de salvação.
A igreja cristã começou a crescer após o dia do
pentecoste, onde foram todos revestidos da plenitude do Espírito Santo (At
1.8). Mas o que atribuímos o crescimento desta igreja? Atos 5.14 diz: “E
crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres,
agregados ao Senhor”.
Analisando Atos 2.41-47 a luz da Palavra, a Igreja
primitiva estava firmada na verdadeira doutrina (v. 42); nos fundamentos que
Jesus havia ensinado Seus discípulos, praticavam comunhão e perseveravam na
oração (v.42); em cada alma havia temor (v.43); Tinham tudo em comum; praticavam
o verdadeiro amor; pois vendiam suas propriedades e distribuíam entre todos
(v.43-44) Tinham unidade (v. 46); praticavam o verdadeiro louvor e adoração (v.
47). Estas são as razões do crescimento e dos milagres.
Mas o que vemos hoje é um equívoco quando muitos
atribuem o crescimento de suas igrejas aos usos e costumes. Isto é um descaso
com o sacrifício de Jesus no Calvário, com os ensinos que Ele deixou aos Seus
discípulos. É de suprema importância estudar este assunto a luz da Palavra.
Editado: Pastor Marco Antonio Scandalo
Assembleia de Deus Ministério de Santos
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